BRASIL · 21/01/2026
Nikolas Ferreira consolida liderança conservadora e transforma a caminhada “Acorda Brasil” em símbolo da luta pela liberdade no Brasil
Deputado percorre a BR-040 rumo a Brasília em ato de resistência cívica, reacende a esperança por justiça, equilíbrio institucional e defesa das liberdades individuais, e amplia pressão política pela liberdade dos presos do 8 de janeiro e pelo fim da perseguição a Jair Bolsonaro
Por Miriam Barbosa.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reafirmou sua posição como uma das principais vozes do conservadorismo brasileiro ao iniciar, em 19 de janeiro de 2026, uma caminhada de aproximadamente 240 quilômetros entre Paracatu (MG) e Brasília (DF). Batizada de “Acorda Brasil – Caminhada pela Justiça e Liberdade”, a mobilização se consolida como um dos mais expressivos atos simbólicos de resistência cívica do campo conservador nos últimos anos.
Mais do que um gesto físico, a caminhada assume caráter político e institucional. Para seus apoiadores, representa um chamado nacional à defesa do Estado de Direito, à liberdade de expressão, ao devido processo legal e à restauração do equilíbrio entre os Poderes da República, princípios que, segundo parlamentares e juristas alinhados ao movimento, vêm sendo progressivamente fragilizados no país.
A chegada à capital federal está prevista para o dia 25 de janeiro, e o percurso tem mobilizado cidadãos comuns, lideranças políticas, representantes religiosos e movimentos conservadores que veem na iniciativa um sinal concreto de esperança e perseverança democrática em meio a um ambiente de insegurança jurídica e crescente concentração de poder institucional.
Ao longo da BR-040, Nikolas Ferreira sustenta um discurso crítico aos excessos do aparato estatal, com ênfase nas decisões judiciais relacionadas aos desdobramentos dos atos de 8 de janeiro de 2023. A mobilização expressa solidariedade direta aos presos do 8 de janeiro, cujas condenações e medidas cautelares são apontadas por apoiadores como desproporcionais e incompatíveis com garantias constitucionais fundamentais.
O ato também reforça a defesa da liberdade política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), alvo de investigações e restrições que, para aliados, simbolizam um processo de criminalização da oposição conservadora. A caminhada se insere, assim, em um movimento mais amplo de resistência contra o que seus participantes classificam como lawfare, censura indireta e enfraquecimento das liberdades individuais no Brasil contemporâneo.
A marcha conta com a presença de nomes relevantes da direita nacional, como os deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e André Fernandes (PL-CE), além do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), que participou de trechos do percurso. Vereadores, lideranças regionais e militantes se somam de forma itinerante, ampliando o alcance político e simbólico da mobilização.
Apesar de realizada a pé, a caminhada dispõe de estrutura logística organizada por apoiadores, incluindo pontos de hidratação, alimentação, descanso e veículos de apoio. Em etapas mais avançadas, houve também acompanhamento aéreo, voltado à organização e à comunicação do movimento. O grupo percorre, em média, 30 a 40 quilômetros diários, com paradas estratégicas para diálogo com a população local.
Após atravessar o noroeste de Minas Gerais, o movimento avançou por cidades do entorno goiano, alcançando Cristalina (GO), com ampla repercussão nas redes sociais e crescente atenção da imprensa. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou não ter recebido comunicação formal prévia do ato, o que gerou debate institucional, mas nenhuma ocorrência relevante foi registrada.

Com forte repercussão nacional e internacional, e apoio da crescente da popular, a caminhada Acorda Brasil consolida-se como um símbolo contemporâneo da resistência conservadora, no qual o esforço físico se converte em mensagem política. Para seus apoiadores, trata-se de um gesto legítimo de coragem cívica, fé na democracia e defesa inegociável da liberdade. Para críticos, uma ação performática.
O fato central, contudo, permanece incontestável: Nikolas Ferreira mantém posição firme à direita do espectro político, amplia sua liderança entre conservadores e recoloca no centro do debate nacional e global temas fundamentais como justiça, liberdade, limites do poder estatal e respeito às garantias individuais — valores que ecoam muito além das fronteiras brasileiras.
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