BRASIL · 25/01/2026
Caminhada de Nikolas Ferreira e o Grito que Acordou o Brasil”
Um jovem da periferia de Belo Horizonte a líder de uma multidão: a caminhada de 255 km que transformou fé, coragem e esperança em um dos atos mais simbólicos da Direita no Brasil
Guilherme L
Por A Redação
Há momentos em que Deus age fora dos protocolos e longe das estruturas do poder. Ele levanta líderes improváveis, jovens desacreditados, vozes que não pediram permissão para existir. Foi assim com Moisés, com Davi e com Martin Luther King Jr. Para milhares de brasileiros, é assim também com Nikolas Ferreira.
Aos 29 anos, o deputado federal mais votado do país fez o que ninguém mandou, ninguém financiou e ninguém planejou nos bastidores. Ele caminhou. Iniciou sozinho uma jornada de 255 quilômetros, movido não por cálculo político, mas por convicção e fé. Como Moisés diante do Mar Vermelho, não esperou o caminho se abrir — deu o primeiro passo. E o povo veio depois.
O que começou solitário tornou-se coletivo. A cada quilômetro, mais pessoas se juntavam: famílias inteiras, jovens, idosos, trabalhadores, empresários, famosos e anônimos. Evangélicos, católicos, pessoas de outras religiões e também sem filiação religiosa. Classes sociais diferentes, unidas por valores comuns e pelo amor ao Brasil.

Na chegada a Brasília, a caminhada já não era de um homem. Era a caminhada de uma nação. As grandes vias estavam tomadas. Pessoas sobre árvores, ônibus, passarelas e canteiros. A capital do poder institucional foi ocupada pelo poder simbólico das ruas. Não era espetáculo, era encontro. Não era idolatria, era reconhecimento.
Como Davi diante de Golias, Nikolas avançou sem armadura. Enfrentou gigantes políticos, narrativas hostis e estruturas consolidadas apenas com palavra firme, fé declarada e coragem. Onde o sistema esperava silêncio, encontrou passos. Onde esperava recuo, houve presença.
Nikolas nunca ocultou a origem do chamado. Disse que a caminhada Acorda Brasil nasceu em seu coração como um propósito: despertar o povo, clamar por justiça e se posicionar quando muitos se calam. O ato também foi um clamor pelos presos do 8 de janeiro, por suas famílias, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e pelo futuro do país.
Nem a chuva, nem o cansaço, nem o desgaste físico dispersaram a multidão. O povo permaneceu até o fim. Não foi apenas resistência física, mas espiritual. Muitos já o chamam de “o menino que Deus levantou”.
No momento final, diante de milhares, Nikolas fez o que sempre fez desde que entrou na vida pública: ajoelhou-se e orou. Não negociou a fé, não suavizou a convicção, não se envergonhou do Evangelho. Enquanto o poder se impõe, ele se submeteu. De joelhos e cabeça baixa para Deus mas de pé contra o sistema.
Da periferia de Belo Horizonte ao Congresso Nacional, agora às estradas do Brasil, Nikolas Ferreira consolida-se como um dos principais símbolos da nova Direita cristã brasileira.
Para alguns, é apenas um jovem deputado.
Para muitos, é um líder.
Para quem crê, é resposta de oração.
O que se viu não foi apenas um ato político. Foi um sinal. Um marco. Um chamado coletivo.
Um gigante nasceu. E o Brasil ouviu seu grito Acorda Brasil e seguiu passos.
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